A gigante de tecnologia Apple surpreendeu o mercado ao anunciar'augmentation'nos preços de seus celulares mais antigos, logo após o lançamento dos novos modelos da empresa. Os aparelhos que haviam sido lançados há aproximadamente um ano registraram altas que podem chegar a dois mil reais.
Na última quarta-feira, 9, a empresa apresentou três novos modelos de celulares: o Duo, o Pro e o Pro Max. Diferentemente do que costuma ocorrer no setor, em que os modelos anteriores têm seus valores reduzidos com a chegada de novidades, o cenário foi completamente inverso desta vez.
Entre os modelos afetados pelo aumento, o celular ultrafino lançado em 2025 sofreu a maior elevação. Até a terça-feira anterior, a versão com um terabyte de armazenamento era comercializada no site da empresa por treze mil e quatrocentos e noventa e nove reais. Agora, o mesmo aparelho custa quinze mil e quatrocentos e noventa e nove reais.
Nas demais opções desse modelo, os preços subiram quinhentos reais. A versão com duzentos e cinquenta e seis gigabytes passou de dez mil e quatrocentos e noventa e nove reais para dez mil e novecentos e noventa e nove reais, enquanto a opção de quinhentos e doze gigabytes saiu de onze mil e novecentos e noventa e nove reais para doze mil e duzentos e quarenta e nove reais.
Os modelos 16, 17 e 17 Plus também ficaram entre duzentos e trezentos reais mais caros, variando de acordo com a capacidade de armazenamento. A empresa descontinuou a venda direta dos modelos Pro e Pro Max, além do modelo 16 Plus em seu site, embora esses aparelhos ainda estejam disponíveis em outras lojas.
Em junho, a companhia alertou que seus produtos poderiam ficar mais caros devido ao aumento nos custos dos componentes de memória. Em entrevista ao periódico financeiro norte-americano, o diretor executivo da empresa afirmou que os aumentos de preços são inevitáveis. Segundo ele, a empresa está fazendo o possível para reduzir os elevados custos repassados pelos fornecedores e proteger os consumidores, mas a situação se tornou insustentável.
O executivo destacou que parceiros comerciais estão aplicando majorações excessivas. A oferta de componentes de memória tem diminuído à medida que fabricantes direcionam investimentos para a produção de chips mais sofisticados, voltados para centros de processamento de inteligência artificial.
Fonte: A TARDE