As autoridades fijianas formalizaram nesta quarta-feira a declaração de emergência nacional em virtude do avanço do vírus da imunodeficiência humana. O titular da Pasta da Saúde, Antonio Lalabalavu, assinou o decreto reconhecendo a magnitude da crise sanitária que afeta o país insular. "Assumo formalmente a decretação de emergência nacional por HIV. Esta medida acknowledges the gravity of the epidemic and the urgency of a coordinated response, as our nation needs", declarou o ministro durante pronunciamento oficial.
Os indicadores epidemiológicos revelam uma escalada preocupante da doença na população fijiana. O registro atual aponta que um a cada sessenta adultos vive com o vírus, proporção significativamente superior ao índice de um caso para cada cento e sessenta e sete pessoas documentado em pesquisas de cinco anos atrás. No acumulado do último ano, os laboratórios confirmaram dois mil cento e seis novos diagnósticos de HIV, quantia que representa dezesseis vezes mais resultados positivos em comparação com os números do exercício de dois mil e dezenove.
A situação demanda atenção especial no que concerne à transmissão vertical do agente patogênico. Levantamentos governamentais identificaram que duas em cada cem gestantes atendidas em unidades de saúde do arquipélago carregam o patógeno. Do total de cinquenta e nove crianças que vieram ao mundo portando a condição no período recente, dezoito perderam a vida antes de completar doze meses de existência.
Como resposta imediata ao cenário crítico, o executivo fijiano prometeu expandir a disponibilidade de exames laboratoriais sem custo para detecção precoce da patologia. A promessa governamental contempla também a ampliação dos serviços dedicados à profilaxia e ao acompanhamento médico dos pacientes contaminados.
Fonte: Últimas Notícias – Metro 1