O estado da Bahia verá um aumento significativo na presença de mulheres na Câmara dos Deputados durante a próxima gestão legislativa. O número de parlamentares baianas subirá de cinco para seis, representando um crescimento de vinte por cento na bancada feminina do estado nordestino.
A composição da nova bancada reúne representantes de três partidos políticos diferentes. O Partido dos Trabalhadores, o Partido Liberal e o Partido Comunista do Brasil lograron eleger duas deputadas federais cada um, demonstrando equilíbrio na distribuição entre as legendas. As eleitas são Olívia Santana e Alice Portugal pelo partido comunista, Maria Marighella e Ivoneide Caetano pelo Partido dos Trabalhadores, além de Doutora Raissa Soares e Roberta Roma pelo Partido Liberal.
Entre as seis parlamentares, três ocupam assentos na Casa pela primeira vez. Doutora Raissa Soares obteve a maior votação entre as candidatas baianas, conquistando cento e sessenta e dois mil cento e noventa e quatro votos. Ao seu lado, Olívia Santana e Maria Marighella também iniciam seus mandatos na Câmara Federal neste ciclo legislativo.
No entanto, três deputadas asseguraram a continuidade de seus trabalhos na instituição. Ivoneide Caetano, Roberta Roma e Alice Portugal alcançaram a votação necessária para garantir a inúmera permanência no Parlamento Nacional.
A renovação trouxe consigo a saída de duas parlamentares que tentaram a permanência. Lídice da Mata, pelo Partido Socialista Brasileiro, e Rogéria Santos, pelo Republicanos, não conseguiram os votos suficientes para a inúmera eleição.
A análise dos desempenhos eleitorais revela padrões distintos entre as candidatas que disputaram a reconqujęsta do mandato. Ivoneide Caetano destacou-se como a única a elevar sua votação em comparação com o período anterior, saltando de cento e cinco mil oitocentos e oitenta e cinco para cento e sessenta e um mil quinhentos e trinta e sete votos, o que representa um acréscimo de aproximadamente cinquenta e dois vírgula cinco por cento.
Por outro lado, Roberta Roma e Alice Portugal enfrentaram redução em suas bases eleitorais. A primeira obteve cento e cinquenta e cinco mil quatrocentos e setenta e três votos, queda de cerca de três vírgula três por cento em relação aos cento e sessenta mil setecentos e trinta e um votos anteriores. A segunda conquistou cento e quatorze mil cento e sete sufrágios, diminuindo aproximadamente oito vírgula dois por cento comparativamente aos cento e vinte e quatro mil trezentos e cinquenta e oito votos de dois mil vinte e dois.
Fonte: A TARDE