O podcast Aos Fatos desta quinta-feira trouxe à tona declarações controversas feitas pelo economista e escritor Rodrigo Constantino contra o estado da Bahia e seus habitantes após a conclusão do primeiro turno das eleições. Em suas publicações, Constantino utilizou termos extremamente ofensivos, classificando a Bahia como "o câncer do Brasil", descrevendo Salvador como "lixo" e afirmando que "ninguém na Bahia quer trabalhar", além de afirmar que os baianos seriam "uma vergonha para o país".
O comentários também trouxeram à baila a análise do apresentador Mário Kertész, que pontuou que tais declarações não podem ser enquadradas simplesmente como uma opinião pessoal isolada. Kertész chamou atenção para o momento político em que os ataques ocorreram, sugerindo que há uma dimensão mais ampla nas críticas apresentadas pelo economista.
Em outro tema abordado no programa, o Tribunal Superior Eleitoral tomou uma decisão significativa ao rejeitar a candidatura do ex-governante Anthony Garotinho, do partido Republicanos. A corte eleitoral também anulou mais de 270 mil votos que haviam sido atribuídos a ele durante o primeiro turno. Com essa determinação, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro deverá recalcular a totalidade dos votos, o que deve assegurar a vitória no primeiro turno ao candidato Douglas Ruas, representando o PL. O episódio ainda comentou sobre o recurso impetrado por Garotinho e sua posterior solicitação de abandono da ação judicial.
O noticiário ainda trouxe informações sobre o terceiro incêndio registrado em um período de apenas sete dias na Universidade Federal de Pernambuco, localizada no Recife. A Polícia Federal assumiu a investigação para verificar se as chamas foram causadas de maneira criminosa. O fogo atingiu um edifício que acomodava laboratórios especializados em medicamentos, informática e genética. De acordo com o reitor da instituição, Alfredo Gomes, os danos materiais são estimados em aproximadamente 100 milhões de reais, sem contar a perda irreparável de pesquisas desenvolvidas ao longo de duas décadas. Não foram registradas vítimas entre funcionários ou estudantes.
Fonte: Últimas Notícias – Metro 1