O músico Rinaldo Oliveira Amaral, o Mingau, de 59 anos, voltou a chamar atenção ao aparecer de pé durante uma sessão de fisioterapia, marcando um avanço significativo em sua longa jornada de recuperação. O momento foi registrado em vídeo e compartilhado nas redes sociais dedicadas ao acompanhamento de sua reabilitação nesta quinta-feira, 29.
Nas imagens gravadas em uma clínica especializada em neuromodulação, o baixista da banda Ultraje a Rigor aparece assistido por equipamentos de apoio e profissionais de saúde enquanto realiza exercícios de sustentação corporal. O registro representa uma etapa importante do tratamento, embora o músico ainda não consiga manter-se de pé ou caminhar de forma independente.
A publicação foi acompanhada de uma mensagem celebrando a evolução do artista, que continua sob acompanhamento médico constante. "Um passo de cada vez. Dia a dia na neuromodulação, que mais do que um lugar de tratamento físico, é um lugar onde o Mingau dá risada e é feliz. Um lugar que faz bem pra ele de dentro pra fora. Obrigada a quem faz parte disso", escreveu Isabella Aglio, filha do baixista, responsável pelo perfil que documenta a recuperação do pai.
A seção de comentários do vídeo foi preenchida por mensagens de torcida de fãs que acompanham a história do músico desde o início. "A gente adora te ver sorrir, Mingau", publicou uma seguidora. "Que felicidade ver o Mingau em tão boas mãos", completou outra.
Mingau levou um tiro na cabeça em setembro de 2023, durante uma ação criminosa praticada por traficantes na cidade de Paraty, localizada no litoral do estado do Rio de Janeiro. Após o atentado, o musician ficou hospitalizado por mais de um ano e passou por pelo menos três intervenções cirúrgicas, incluindo uma cranioplastia para reconstrução do crânio.
Em outubro de 2024, Mingau recebeu alta do Hospital São Luiz, em São Paulo, para dar continuidade ao tratamento fora do ambiente hospitalar. Desde então, o artista realiza acompanhamento especializado com o objetivo de recuperar as capacidades motoras e cognitivas afetadas pelo ferimento.
Fonte: A TARDE