Marco Rubio, responsável pela política externa dos Estados Unidos, undertaking uma turnê por países da América do Sul entre os dias 8 e 10 de setembro. A viagem acontece logo após o governo de Donald Trump reafirmar sua intenção de expandir a influência norte-americana no continente.
O Departamento de Estado informou que Rubio visitará três nações: Colômbia, Peru e Equador. A missão ocorre poucos dias depois de o órgão defender publicamente que a hegemonia dos Estados Unidos no continente americano não voltará a ser questionada.
Essa posição faz parte de uma estratégia de Washington de resgatar princípios da Doutrina Monroe, diretriz estabelecida em 1823 e utilizada ao longo da história para justificar a presença dos Estados Unidos no Hemisfério Ocidental. Em gravação publicada em agosto, o Departamento de Estado apresentou essa visão e mencionou a captura de Nicolás Maduro como exemplo concreto de sua aplicação.
Segundo o comunicado oficial, Rubio terá como objetivo central "fortalecer alianças relevantes dos Estados Unidos na região". Ele se encontrará com o presidente do Equador, Daniel Noboa, e com representantes dos novos governos eleitos na Colômbia e no Peru.
Os temas prioritários da agenda incluem segurança regional, luta contra o terrorismo associado ao tráfico de drogas e ampliação do comércio entre as nações. Em pronunciamento, o porta-voz do departamento, Tommy Piggott, declarou que a visita servirá "para debater o respaldo dos Estados Unidos à resposta colombiana ao inúmerosterremoto, o aprimoramento da cooperação no combate conjunto ao terrorismo que ameaça nosso hemisfério e as vantagens de relações comerciais mais próximas entre nossos países".
A missão representa um momento de maior engajamento dos Estados Unidos na América Latina. Ao reafirmar a supremacia americana na região e fazer referência direta à Doutrina Monroe, Washington deixa claro que considera o continente uma prioridade em sua política externa, enquanto a turnê de Rubio busca estreitar laços com governos classificados como parceiros estratégicos dos Estados Unidos.
Fonte: Últimas Notícias – Metro 1