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Das telonas à urna: personagens fictícios que marcaram o cenário político no audiovisual

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Fonte: A TARDE
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Com as Eleições Brasileiras movimentando o país, vale a pena fazer uma pausa para explorar como a ficção audiovisual treatou do universo político. De séries que mergulharam nos bastidores do poder até filmes que transformaram candidatos em protagonistas inesquecíveis, o cinema e a televisão criaram figuras que transcendem as telas e alimentam discussões sobre liderança, ética e responsabilidade pública.

Nas productions televisivas, os espectadores foram conquistados por beragamen personagens. Jed Bartlet, interpretado por Martin Sheen na série 'The West Wing', encarnou um mandatário democrata cuja eloquência e dilemas morais fascinaram o público durante sete temporadas. Já Frank Underwood, papel de Kevin Spacey em 'House of Cards', representou a face mais sombria da ambição política, transformando cada movimento estratégico em um jogo de manipulação e traição.

Julia Louis-Dreyfus deu vida a Selina Meyer em 'Veep', uma vice-presidente que ascende ao cargo máximo e enfrenta crises de imagem com humor afiado. Kiefer Sutherland encarnou Tom Kirkman em 'Designated Survivor', um burocrata comum subitamente thrown into the presidency after an attack devastates the government. Dennis Haysbert interpretou David Palmer em '24 Horas', um presidente que navegou por ameaças terroristas e crises institucionais com decisões drásticas.

Amy Poehler criou Leslie Knope em 'Parks and Recreation', uma servidora pública dedicada à política municipal e aos projetos comunitários de Pawnee. Tony Goldwyn viveu Fitzgerald Grant em 'Scandal', um mandatário atolado em escândalos e estratégias para preservar sua imagem pública.

No cinema, Bill Pullman estrelou 'Dia da Independência' como o líder que mobilizou a nação contra uma invasão extraterrestre. Meryl Streep interpretou Janie Orlean em 'Não Olhe para Cima', satirizando a gestão de crises e a desinformação governamental. Donald Sutherland deu vida a Coriolanus Snow em 'Jogos Vorazes', um tirano que mantém o controle por meio de vigilância e violência.

A dramaturgia brasileira também contribuiu com obras memoráveis. Marco Nanini viveu Odorico Paraguaçu em 'O Bem-Amado', um prefeito obcecado por Inaugurar um cemitério em uma cidade onde ninguém morre. Leandro Hassum protagonizou 'O Candidato Honesto', como um político corrupto que perde a capacidade de mentir após um acontecimento sobrenatural.

Michael Douglas interpretou Andrew Shepherd em 'Meu Querido Presidente', conciliando vida pessoal, romance e as pressões do cargo mais alto do país.

Fonte: A TARDE

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