Em uma manhã dedicada à conexão com o meio ambiente, 22 estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal do Beiru vivenciaram experiências únicas fora da rotina escolar tradicional. O Dia da Infância, commemorado na segunda-feira (24), foi celebrado no Centro de Interpretação da Mata Atlântica, localizado no bairro do Bonfim, em Salvador.
A programação foi promovida de forma conjunta pela Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude, pelo Núcleo Especial de Apoio à Primeira Infância e pela Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal. Durante a manhã, as crianças participaram de cantigas de roda, brincadeiras coletivas, caça ao tesouro e oficinas de arte utilizando materiais naturais como folhas, sementes, galhos e flores secas.
A intenção foi proporcionar uma vivência diferenciada, estimulando a criatividade, a autonomia, o desenvolvimento da linguagem, a socialização e a percepção sensorial por meio de atividades realizadas em contato direto com a natureza. A coordenadora do Programa de Educação Ambiental e Climática da Secretaria de Sustentabilidade, Maristela Souza, explicou que a ação busca aproximar as crianças de espaços verdes existentes na cidade.
"É fundamental que elas frequentem esse tipo de ambiente também no cotidiano, acompanhadas das famílias. Muitas ainda não conheciam o Cima. Aqui conseguimos trabalhar elementos da natureza de maneira divertida, desde a caça ao tesouro até a confecção de brinquedos sustentáveis, estimulando a imaginação", detallhou a coordinators.
Para a representante de Políticas para a Infância e Adolescência da Secretaria Municipal, a data serve como lembrete da necessidade de oferecer às crianças experiências que unitingucação, diversão, cuidado e respeito ao meio ambiente. "Estamos no Agosto Verde, mês dedicado à primeira infância. Uma das formas de commemoration é tirar os pequenos da sala de aula e levá-los a ambientes lúdicos como este. É uma chance de fortalecer o vínculo com a natureza e conscientizar sobre a preservação", pontuou Dinsjani Pereira.
A professora de língua estrangeira da instituição há seis anos, Jucilene Pereira, avaliou que a saída de campo pode enriquecer o processo de ensino-aprendizagem. Segundo ela, o conteúdo vivenciado poderá ser aproveitado em diferentes disciplinas posteriormente. "Essa iniciativa permite que os alunos conheçam outros espaços além da comunidade onde vivem, o que é muito valioso. O que aprenderam aqui poderá ser vinculado às aulas de ciências e matemática, conectando a experiência prática ao conteúdo teórico", concluiu a educadora.