O segundo semestre não tem sido nada generoso com o Esporte Clube Vitória. Depois de encerrar a primeira metade da temporada em alta, com o título da Copa do Nordeste garantido, o clube baiano enfrenta agora uma fase preocupante que vem alarmando torcedores e analistas do futebol brasileiro.
O retorno aos gramados aconteceu no dia 16 de julho, após mais de um mês de inatividade causados pela pausa da Copa do Mundo. A equipeGBT registrou uma vitória apertada por 1 a 0 sobre o Vasco no Barradão, resultado que animou a torcida. No entanto, o otimismo durou pouco. Nos dez compromissos seguintes, o Rubro-Negro acumulou seis derrotas, três vitórias e apenas um empate.
Os números reforçam o mau momento vivído pelo time comandado pelo técnico Jair Ventura. Nesse período, o ataque conseguiu balançar as redes apenas seis vezes, enquanto a defesa sofreu treze gols, resultando num saldo negativo de sete tentos. O aproveitamento total ficou em míseros 33,33%. A situação fica ainda mais crítica quando se observa o desempenho distante de casa: nenhum gol marcado como visitante.
Antes da paralisação do calendário nacional para o Mundial, o Vitória somava 22 pontos em 18 rodadas do Brasileirão, com aproveitamento de 40,74%. Após o retorno da competição, a equipe baiana disputou 21 pontos possíveis e conquistou apenas sete, com quatro derrotas, um empate e duas vitórias — uma queda significativa no rendimento.
Atualmente, o Leão da Barra ocupa a 12ª posição com 29 pontos conquistados, mantendo uma margem de cinco pontos sobre a zona de rebaixamento. Mesmo assim, a campanha como visitante segue como grande problema. O próximo desafio será no sábado, 29, às 18h30, quando o Rubro-Negro enfrenta o Atlético-MG na Arena MRV, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, buscando encerrar o jejum de vitórias fora de casa.
Fonte: A TARDE